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sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

smcviniciuS: Será essa a solução? Implodir o Brasil.

smcviniciuS: Será essa a solução? Implodir o Brasil.: "Vamos implodir o Brasil, só assim contentaremos os descontentes. È impressionante como ainda temos pessoas desta natureza. Será isso uma do..."

Será essa a solução? Implodir o Brasil.

Vamos implodir o Brasil, só assim contentaremos os descontentes. È impressionante como ainda temos pessoas desta natureza. Será isso uma doença? Será complexo de sofrimento? O que será que leva certas pessoas a torcerem contra tudo e contra todos só para satisfazerem seu ego, só para terem o prazer de apontar o dedo em riste para falarem de boca cheia; Esta vendo, eu avisei não avisei. Eu sabia que ia dar errado, eu tinha certeza. A maioria se acha superior em tudo não aceitando que outras pessoas possam ter idéias melhores, possam apresentar soluções para os problemas do dia a dia ou apóiem aqueles que procuram tais soluções. Se o assunto é política criticam os governantes porque estes não fazem nada alem de roubar o povo, se os mesmos o fazem são criticados porque o fizeram errado, e só o fizeram para aparecer na mídia. Se o assunto abrange a criminalidade vão contra as autoridades policiais alegando serem estas piores que os marginais. Para essa gente nada serve nada presta se não for conivente com seus pensamentos e interesses. Posso citar como exemplo a coluna de opinião de um site famoso onde vários comentaristas faltam com o respeito ao nosso presidente chamando-o de alcoólatra ao mesmo tempo em que defendem com unhas e dentes um famoso político que segundo rumores tem envolvimento com drogas pregando com toda convicção que é preferível um usuário de cocaína a um analfabeto bêbado. Comentaristas pró governo são tachados de burros, ignorantes, idiotas, vagabundos e por ai a fora e são convidados a não mais postarem seus comentários ali como se fossem eles os proprietários do site. Pessoas assim são aqueles tipos que fazem tudo para o navio afundar só para ter o prazer de criticar o comandante, mas ignoram o fato de que também estão a bordo do mesmo sem coletes salva-vidas e sem saberem nadar, ou seja, dão a vida para ter o prazer da critica. Alguns são golpistas convictos, verdadeiros adeptos do PIG (Partido da Imprensa Golpista) que procura por todos os meios possíveis desestabilizar a nação brasileira simplesmente porque não admitem que o pais teve uma grande melhora nas mãos de um cidadão de origem pobre. Com a vitória da candidata apontada por ele para ser sua sucessora o ódio que já era imenso fez-se maior ainda, tanto é que ela nem se quer assumiu o posto ainda e já esta sendo duramente criticada por alguns. O Brasil ainda é um pais jovem se comparado á maioria das nações de primeiro mundo, mas se não mudarmos a mentalidade de uma boa parte desse povo agora, enquanto estamos em desenvolvimento para que possa haver uma união total e irrestrita e cheguemos a ser considerados como membros deste seleto clube. Fatalmente teremos que fazer uso da única solução que se fará plausível para o momento. Vamos ter que implodir o Brasil só para agradar os descontentes de plantão. Quem sabe assim com o ego satisfeito consigam eles ter ao menos uma noite de sono tranqüila.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

CENA DO CRIME......contos

Madrugada na periferia da cidade, o silencio naquelas ruas desertas e mal iluminadas é quebrado com os estampidos de dois tiros e um grito abafado. Depois o barulho do automóvel saindo em disparada e novamente o silencio se faz presente. Pouco tempo depois numa casinha das redondezas o silencio se quebra novamente, mas desta vez é apenas responsabilidade de um despertador em plena atividade. São cinco horas da manhã, chegou o momento crucial para Gildo. O dever o chama, não tem mais como ficar na cama. Resmungando ele se levanta e se prepara para sair. Lava o rosto escova os dentes depois de tomar um gole de café tirado da garrafa térmica e sai apressado. Esta escuro ainda e a rua continua deserta. Ele não se distancia nem duzentos metros do seu portão quando se depara com a cena. Em frente ao terreno baldio ali existente ele se defronta com um corpo estendido no chão. O cadáver estava de bruços, não dava para ver direito o rosto do mesmo devido á pouca claridade do momento. Mesmo curioso resolveu não mexer na vitima, pois de repente poderia deixar suas impressões no local do crime e tudo o que ele não precisava agora era arrumar confusão para si próprio, coisa, aliás, que já tinha de monte. Como cidadão do bem era sua obrigação avisar às autoridades competentes, mas isso sem se envolver na história. Alem do mais seu patrão é um sujeito grosso mal educado, ignorante mesmo e não ia ver com bons olhos sua ausência no trabalho caso ele faltasse ás suas atividades por causa deste fato. Ele estaria correndo o risco de ser demitido por uma causa que não era sua, Atolado em dividas como estava isto não poderia acontecer agora, mas da maneira nenhuma. Tirou então o celular pré- pago (coisa comum nos dias de hoje) do bolso disposto a chamar a policia, mas antes sem motivo qualquer resolveu filmar a cena do crime. Assim o fez, depois ligou para a policia relatando o crime e a localidade onde o mesmo ocorreu e saiu em direção ao trabalho. Seu dia transcorreu da melhor maneira possível, tudo calmo tudo tranqüilo. Também pudera mesmo com a ausência do Zé da Vilma que não veio trabalhar ele deu conta de tudo, não deixou nem um rabo para trás, fez o seu e de lambuja fez o dele. O único fato a estranhar foi à ausência do colega já que este tinha uma paixão cega pelo serviço. Na volta para casa parou no boteco da esquina para limpar a garganta como costumava dizer. Foi limpando a garganta que se interessou na conversa que rolava entre dois homens bem a seu lado. O tema era o defunto que foi executado ali perto durante a madrugada. Você viu que maldade dizia o primeiro, alem de sapecar dois tiros no pobre ainda caparam o coitado, arrancaram os bagos do dito cujo. Ao ouvir esta parte do assunto ele interferiu no papo indagando.. Os senhores me desculpem a intromissão, mas eu ouvi direito o que falavam sobre o defunto? O segundo tomou a palavra e respondeu.. Ouviu sim senhor, acharam o camarada caído de barriga para cima, com a calças arriada e com as partes baixas arrancadas. Parece que usaram uma faca bem afiada para fazer o serviço. Depois deixaram jogado na poça de sangue do lado do corpo. Como que é? Tem certeza disto que esta me relatando, falou ela mais surpreso do que curioso. Tenho sim moço, eu mesmo vi o corpo do coitado jogado na beira do terreno baldio aqui perto. Por um momento ele ficou confuso e pensou; será que estão falando do mesmo presunto que eu vi. Não pode ser eu filmei o corpo e tenho certeza que estava de bruços. Mas resolveu guardar para si as duvidas e não comentou o fato com os demais. Apenas se despediu e foi embora. Chegou em casa com um turbilhão de idéias na cabeça. Logo ao entrar já se deparou com o bilhete deixado num ponto estratégico pela esposa com as seguintes palavras.. Gildo mataram o Elias, estou no velório. Vou passar a noite, se quiser tome seu banho jante e venha ter comigo aqui. Foi ai que sua mente entrou em parafuso mesmo. Elias era seu amigo de longa data, alem de que era compadre do Zé da Vilma. Pelo menos estava explicado por que o mesmo não fora trabalhar.. Mas o assassinato de Elias não tinha explicação para ele, afinal o sujeito sempre foi honesto, pelo menos ele não conhecia nada no pobre que pudesse ser tachado de ruim, o pequeno defeito que tinha era ser mulherengo, mas segundo ele essa fama era só da boca para fora. Afinal todo homem gosta de ser considerado assim. Ao chegar ao velório sua mente ainda procurava encaixar as peças do imenso quebra cabeças á sua frente. Só que tudo se confundiu mais ainda, pois sua esposa estava chorona e nervosa, talvez até mais que a viúva. Em meio à histeria ela se descabelava e pedia perdão ao defunto, um fato estranho para ele já que ela nunca aprovou que os dois andassem juntos. As coisa se complicaram mais ainda quando alguém chegou com a noticia de que a policia havia detido o assassino. Foi um espanto geral, pois a pessoa chegou falando alto para todos os presentes ouvirem.. Prenderam o animal que matou Elias, foi o Zé da Vilma, seu compadre. Mas por que se os dois não eram chegados? Perguntou alguém. Chifres é lógico. O finado andava com a Vilma. Para todos os presentes o caso estava resolvido com a prisão do matador, menos para ele. Afinal foi um dos primeiros a ver o cadáver, e não constava da sua visão os bagos do homem arrancados. Isso foi coisa de outra pessoa. Foi somente ai que sua mente voltou a funcionar e ele finalmente se lembrou do celular. Poxa eu filmei tudo com o celular pensou com seus botões. Passou o resto do tempo no velório numa boa, sem demonstrar para ninguém seus conflitos, suas desconfianças. Somente no outro dia resolveu colocar as coisas nos seus devidos lugares. Ao invés de ir trabalhar foi até a delegacia e narrou os fatos segundo seu parecer. De posse do celular o delegado extraiu o vídeo passando-o para o computador. O impropério que saiu de sua boca ao se desvendar o mistério tinha razão de ser. O vulto quase indecifrável que aparecia nas filmagens do celular se revelou. Tratava-se de Sonia sua esposa. Ele reconheceu pelo vestido, pois este fora seu presente de aniversario para ela. Não tinha como errar ele mandara fazer sob medida na sua vizinha costureira. Já na delegacia Sonia em seu depoimento esclareceu o mistério que pairava no ar. Também era amante de Elias o defunto e há dias estava em seu encalço, pois ficara sabendo que o mesmo estava andando com outra, mas não sabia com quem. Enquanto Gildo dormia seu sono de pedra ela saia para se encontrar com o amante naquele terreno ali perto de sua casa. Naquele dia fatal ela estava esperando por Elias no local do crime e viu quando ele foi abordado pelo criminoso. Ouviu as ameaças e os tiros escondida, mas reconheceu a voz de Zé da Vilma. Foi ai que soube que a nova amante do o presunto era Vilma. Esperou o carro sair e só então saiu de onde estava escondida, voltando para casa. Mas a raiva que estava sentindo era grande demais para ficar guardada, por isso quando Gildo saiu para o trabalho ela resolveu voltar à cena do crime munida de uma faca disposta a arrancar os bagos do rapaz e assim o fez. Ela só não contava com o fato de seu marido xereta querer filmar a cena do crime.

sábado, 25 de setembro de 2010

A SEMENTE..........contos

Mais um dia se passa, chega ao fim mais uma jornada de trabalho duro, estafante mesmo, mas ele ia embora contente, afinal era o ultimo dia de trabalho na semana e ele já vislumbrava a noitada que teria pela frente, a balada seria quente naquela noite. Já estava tudo combinado com Jù sua namorada de longo tempo. Entrou em casa apressado e seu primeiro ato foi ligar a TV. Depois preparou um lanche bem servido, caprichado mesmo e se sentou no sofá da sala em frente à mesma assistindo o programa policial enquanto comia. No outro aposento sua mãe passava a roupa que ele iria vestir depois do banho e o recrimina por comer diante televisão ainda mais sujo daquele jeito, além do que ela achava aquele programa violento demais, é só crime, crime, crime, não mostra nada que se aproveite nada que preste. Jonilson ri, mas no fundo concorda com a mãe, pois no pouco tempo que ali estava já presenciara três crimes cometidos contra mulheres, todos sem solução até aquele momento e todos apresentando os ex-namorados como suspeitos. Entre eles o que mais chamou sua atenção foi o caso de uma modelo que estava desaparecida há um bom tempo e que era considerada como morta pela policia que inclusive já mantinha preso o ex- namorado da vitima. O seu maior interesse neste caso foi pelo fato de que o suspeito era um cara famoso, um jogador de futebol cogitado até para ser goleiro da seleção brasileira, já que ate pouco tempo atrás ele era titular no gol de um grande time do Rio de Janeiro, time este que é o atual campeão brasileiro. Jonilson ficou indignado com esse rapaz e pensou com seus botões; pô se eu ganhasse a grana que esse cara ganha, quase quinhentos mil por mês eu la ia querer matar a namorada, eu ia mais é curtir a vida rodeado de mulheres, uma nova a cada dia. Acabado o lanche Jonilson tomou seu banho, vestiu as roupas que dona Eni sua mãe acabara de passar, abusou do perfume e saiu para a rua. Ia cantarolando todo feliz, pois ia ao encontro de Jù, a morena que ele adorava de paixão, que ele idolatrava a mulher que ele dizia para todo mundo que seria sua para sempre. Porém mal sabia ele que o destino estava prestes a lhe pregar uma peça, a lhe dar um tombo. Chegando em frente ao prédio onde ela fazia o cursinho de inglês seu rosto se fechou, a alegria foi embora dando lugar ao mau humor. Judith, este era seu verdadeiro nome estava sentada na calçada toda sorridente, toda prosa ao lado de Beto seu colega de curso. Embora ela estivesse só conversando e não estivesse fazendo nada de mais Jonilson sentiu uma coisa estranha dentro de si, é como se uma semente tivesse desabrochado dentro do seu peito e o ciúme aflorou assim de repente. Quando ela o viu levantou-se e correu em sua direção toda alegre, porem o veneno da desconfiança já se esparramara por entre as veias de Jonilson e ele mal a cumprimentou, apenas segurou sua mão e saiu caminhando quase a arrastando rua á fora. Desde deste dia as coisas entre eles nunca mais foram como antes, a magia do amor, a alegria de estarem juntos perderam suas forças e deram lugar a constantes brigas e discussões. Quando iam ao cinema brigavam, quando iam a uma balada brigavam, se iam a uma igreja discutiam, pois o ciúme dentro dele crescia dia após dia. Embora ela nunca tivesse feito nada para desabonar sua pessoa a desconfiança de Jonilson era crescente e ele nunca estava contente com nada. Às vezes nem ele mesmo entendia o porquê, pois ele a amava demais, a imaginava sua para sempre, não cogitava jamais viver sua vida sem ela, então porque esse inferno, porque esse ciúme doentio que nem o deixa dormir mais, o faz ter pesadelos terríveis, o faz sonhar que esta sendo traído por Jú, que esta sendo abandonado por ela. Só que tudo na vida das pessoas tem limites, inclusive na vida de Judith por isso mesmo ela resolveu por fim no namoro entre eles, pois já estava cansada de sofrer humilhações impostas por ele, afinal ela não podia mais ter amigos, não podia mais sair sozinha, teve que largar o cursinho de inglês, uma coisa tão sonhada por ela, pois seria ótimo para o seu currículo já que ela exercia a profissão de secretaria e afinal se Jonilson estava agindo assim agora, imagine depois de estarem casados o inferno que não seria, fora o emprego dela que estava a perigo por causa dos chiliques dele. Não, não dava mais, já estava resolvido, á noite ele chegando ela iria colocar tudo em pratos limpos pondo um fim a tudo isto. Dito e feito, quando Jonilson chegou ela expos a ele seus argumentos, suas razões e terminou a relação que existia entre os dois. Naquele momento Jonilson até que aceitou os motivos que ela lhe apresentou e os aceitou numa boa, embora bastante contrariado. Porém com o passar dos dias ele não conseguia esquecê-la e sua mente corroída pelo ciúme doentio começou a martelar um pensamento sórdido que a ocupava por inteiro, pois ele pensava: se ela não me quer mais é por que tem outro, só pode ser por isso. Um desejo incontrolável de vingança foi se formando dentro dele e daí em diante ele passou a ser um assíduo telespectador dos programas policiais não por ser um fã ardoroso, mas sim para buscar inspiração para a sordidez que ele estava para colocar em pratica. Jonilson estudava caso a caso, analisava com cuidado os erros cometidos pelos assassinos que se achavam inteligentes o suficiente para cometer um crime perfeito. Quando finalmente se acha totalmente apto para realizar seu projeto Jonilson se lança a ele de unhas e dentes. Primeiro compra uma arma, com o numero raspado é claro, afinal ela não vai ser registrada mesmo, depois procura um local que seja adequado para a desova, quem sabe uma mata fechada onde possa fazer uma cova ou um lago que seja profundo, qualquer coisa assim desde que seja um lugar ermo, um fim de mundo. Depois pede férias no emprego, haja visto que as mesmas estavam para vencer mesmo depois marca passagens e faz reservas em uma pousada no litoral paulista, um lugar distante de suas origens pois ele não podia dar na vista, teria que ter um álibi perfeito, nada poderia dar errado, seu plano não poderia apresentar nenhum defeito. Depois começa a freqüentar noitadas, festas, baladas rodeios, qualquer coisa em que pudesse ser visto no meio povo ele estava presente, até a boate da Dri o puteiro mais famoso da cidade ele passou a freqüentar, pois tinha que passar uma imagem boa para as pessoas, tinha que mostrar que mesmo sozinho ele estava numa boa, que o fato de Jú não estar mais em sua companhia não o afetava em nada. A única coisa que Jonilson ignorava é que o destino, aquele mesmo que nos prega peças e nos derruba é o mesmo que nos levanta e nos mostra o caminho correto. O fato é que numa dessas passagens pelo puteiro ele se deparou com a pessoa que tinha começado todo o seu tormento, que tinha estragado toda a sua vida ao lado de Judith que até pouco tempo atrás tinha sido tão boa. Tratava-se de Beto aquele mesmo que ele encontrara sentado na calçada ao lado de Jú quando ele fora busca- la no curso. Aproximou-se da mesa que se situava no canto escuro da sala onde o rapaz estava resolvido a tirar satisfação com o mesmo, mas qual não foi sua surpresa ao vê-lo todo maquiado e vestido com roupas femininas. Mas que conversa é essa perguntou mais curioso do que irritado, não me vá dizer que perdi minha namorada para um viado? Não bofe, respondeu Beto de pronto com a voz toda melada, sente ai que eu te conto. Você perdeu Jú para você mesmo, para a sua ignorância, pois naquela noite em frente à escola arrastou Judith com crueldade sem me dar bola, nem ao menos me deixou ser apresentado. Sabe moço se tivesse tido um pouco mais de paciência saberia que sou homossexual e que minha convivência com Jú é da mais pura amizade, pois da fruta que ela gosta engulo até o caroço. Envergonhado que estava Jonilson baixou a cabeça colando o queixo ao pescoço, pensando na burrice que estava prestes a fazer. Bom moço que era um rapaz trabalhador estava jogando sua vida no lixo, indo ao fundo do poço sujeito a vivê-la como bicho, sempre acuado sempre com medo tentando esconder um segredo. Foi assim que finalmente percebeu que não era Judith a perdedora, não era ela a pecadora. Resolveu então que a deixaria em paz, quem sabe um dia Jú o perdoasse por tudo o que tinha desejado a ela, inclusive a morte. Porém o que mais importava naquela hora é que uma nova semente estava germinando dentro dele. A semente do arrependimento.